quinta-feira, 20 de novembro de 2014

E-mail como ferramenta de feedback formativo




No contexto educacional, mais especificamente no processo de ensino e aprendizagem entre professores e alunos, a ferramenta de e-mail pode ser utilizada, por exemplo, para o envio de atividades e recebimento de feedbacks.Em uma situação prática (e hipotética), determinadas modalidades de atividades tais como pesquisas e questionários, podem ser enviados pelos alunos aos professores em formato e prazos acordados e definidos e em contrapartida, os professores enviariam feedbacks com as devidas correções e orientações. Um feedback que não se restrinja a apontamentos de acertos ou erros na resolução de exercícios, mas que apresente orientações sobre os erros cometidos pode ser de valiosa contribuição na construção do conhecimento pelos alunos além das salas de aula, incentivando o uso das tecnologias e atividades de pesquisa.Pesquisadores (já) chamam essa prática de feedback informativo, e o definem como informação comunicada ao aprendiz com o objetivo de modificar seu pensamento ou comportamento para promover a aprendizagem.A barreira na implementação desta prática ainda reside na falta de acesso à internet por grande parte dos alunos. Quanto à segurança no envio de informações e prática de pesquisa que evite o plágio, por exemplo, são desafios que hora ou outra terão que ser incorporados às aulas. 

(Turma 1, Grupo 4: Cristiane, Elaine, Júlio e Vinícius)

sábado, 25 de outubro de 2014

Para onde vai o professor?




De acordo com o professor Mário Sergio Cortella, “não se deve confundir informação com conhecimento. A Internet, entre as mídias contemporâneas, é a mais fantástica e estupenda ferramenta para acesso à informação; no entanto transformar informação em conhecimento exige, antes de tudo, critérios de escolha e seleção, dado que o conhecimento (ao contrário da informação) não é cumulativo, mas seletivo”. 

Vivemos um estágio em que o acesso à informação se dá de forma dinâmica e compulsória: não há como fugir do contato com a informação, independente do meio pela qual é transmitida. Mas voltando às palavras do professor Cortella, a informação é cumulativa e o conhecimento, seletivo. Sem critérios que selecionem ou lapidem o excesso de informação recebida diuturnamente, transformando-a em conhecimento, corre-se o risco de saber sobre muita coisa, mas sem conhecê-las a fundo, impedindo com que se transforme em competências capazes de auxiliar na resolução de problemas cotidianos.

É nesse processo de transformação da informação em conhecimento que o professor deve se fazer presente. Com esta afirmação, entendemos urgente, capacitar professores para lidarem pedagogicamente com as tecnologias de informação e comunicação, assumindo uma postura crítica diante das informações, e tendo condições de lidar com as diferentes linguagens exigidas no mundo do trabalho de hoje, e que, por conseguinte, são exigidas para se ter acesso a ele.

Este “novo” professor precisa entender a necessidade de mudanças na ação docente, aceitando os novos desafios e buscando continuamente a atualização e formação, bem como, compreender que seu papel no processo educativo deve ser o de administrador deste processo. Sua competência, conforme nos diz Levy (1999, p. 171), “deve deslocar-se no sentido de incentivar a aprendizagem e o pensamento. O professor torna-se o animador da inteligência coletiva dos grupos que estão a seu encargo. Sua atividade será centrada no acompanhamento e na gestão das aprendizagens; o incitamento à troca de saberes, a mediação relacional e simbólica, a pilotagem personalizada dos percursos de aprendizagem, etc.” O computador não substituirá ou colocará em segundo plano o professor capacitado.


Referências:

CORTELLA, Mario Sergio. O naufrágio de muitos internautas. Folha de São Paulo. São Paulo, 06 jul. 2000, Caderno Equilíbrio, versão digital. Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq0607200025.htm Acesso em 25 out. 2014.

LÉVY, P. Cibercultura. Rio de Janeiro: Editora 34, 1999.



(Turma 1, Grupo 4: Cristiane, Elaine, Júlio e Vinícius)


sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Armazenamento em nuvens


O conceito de computação em nuvem (em inglês, cloud computing) refere-se à utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet, seguindo o princípio da computação em grade. 
O armazenamento de dados é feito em serviços que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas ou de armazenar dados. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, através da Internet - daí a alusão à nuvem. O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas.
Num sistema operacional disponível na Internet, a partir de qualquer computador e em qualquer lugar, pode-se ter acesso a informações, arquivos e programas num sistema único, independente de plataforma. O requisito mínimo é um computador compatível com os recursos disponíveis na Internet. O PC torna-se apenas um chip ligado à Internet — a "grande nuvem" de computadores — sendo necessários somente os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor).
Fonte: Wikipédia.

(T1, G4: Cristiane, Elaine, Júlio e Vinícius)



Leitura e escrita digital: prós e contras


Ter habilidade com as ferramentas tecnológicas tornou-se um bem indiscutível, dadas às características do mundo atual, estruturado em bases digitais; e sendo o mundo estruturado nessas bases, a Educação sofre e exerce grande influência nesse universo.
A leitura em plataformas digitais (como tablets, por exemplo) de textos compostos por hiperlinks, que são ligações ou caminhos que permitem o acesso a outros materiais que complementam o conteúdo em questão, possibilita uma melhor compreensão da informação tratada e consequente consistência na construção do conhecimento.
Em contrapartida, a leitura em sites na internet pode dispersar a atenção do leitor, fazendo com que os estudos não se constituam em práticas exitosas. 
No que refere a escrita em plataformas digitais, é indiscutível a atração das crianças e jovens por essas ferramentas, o que pode levá-los a escrever cada vez mais, seja em redes sociais ou em diários eletrônicos (blogs), mas por outro lado, no mundo digital novas formas de linguagem são criadas em grande velocidade, formas estas que nem sempre atendem as normas da língua padrão, colaborando para que os educandos não desenvolvam as habilidades necessárias nos campos da comunicação e expressão.
Pelas habilidades que requer, o exercício da escrita manual nos parece mais sofisticado, uma vez que coloca o cérebro para trabalhar com mais vigor, o que, diante do avanço tecnológico, constitui-se com um novo desafio para as escolas.
Diante dessa dualidade entre os prós e contras da leitura e escrita em plataformas digitais, surge a importância da capacitação professor a fim de conseguir desenvolver práticas pedagógicas utilizando-se das ferramentas digitais. Esta deve ser uma luta assumida por todos os professores, uma vez que não nos é permitido desconhecer a importância do uso destas ferramentas no processo ensino-aprendizagem.
Posto isso, entendemos urgente capacitar professores para lidarem pedagogicamente com as tecnologias de informação e comunicação, assumindo uma postura crítica diante das informações e tendo condições de lidar com as diferentes linguagens exigidas no mundo da educação e do trabalho.

(T1, G4: Cristiane, Elaine, Júlio e Vinícius)



terça-feira, 23 de setembro de 2014

Tecnologia e metodologia

"A incorporação das inovações tecnológicas só tem sentido se contribuir para a melhoria da qualidade do ensino. A simples presença de novas tecnologias na escola não é, por si só, garantia de maior qualidade na educação, pois a aparente modernidade pode mascarar um ensino tradicional baseado na recepção e na memorização de informações" (GATTI, 1993). 
Profª. Bernadete Gatti, Universidade de São Paulo (USP).